Mensagens - Catedral da Trindade

  • Palavra que é Alimento e Direcionamento

    Trazemos em nossos lábios, corações e mentes a gratidão a Deus por saber que Cristo cumpriu definitiva e completamente sua missão redentora para nos dar vida eterna.

    Sabemos que pela graça somos salvos, mediante a fé, e que esta é dom do Pai para nossas vidas (Efésios 2).

    Sabemos que nada - nem profundidade, nem altura, nem angústia, nem tribulação - pode nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (Romanos 8).

    Sabemos que Jesus nos reconciliou em nosso relacionamento com Deus, e que dele somos hoje embaixadores e filhos amados (II Coríntios 5).

    Sabemos que somos livres em Cristo, somos guiados e nutridos pelo Espírito Santo e que o pecado não terá mais domínio sobre nós (Gálatas 5).

    Estas palavras cheias de esperança e vida, escritas pelo Apóstolo Paulo no início da era cristã, passaram séculos e séculos descritas nas Sagradas Escrituras, porém em textos escritos nas línguas originais e eruditas, como o grego e o latim, disponível exclusivamente para estudiosos, teólogos e autoridades da igreja.

    Certamente, um dos principais frutos da Reforma Protestante de 1517 foi a possibilidade das pessoas terem acesso à Bíblia escrita na língua corrente do povo. A Reforma trouxe para cada cristão a maravilhosa oportunidade de conhecer a Palavra de Deus, sua boa nova, promessas e ensino.

    Se hoje temos o privilégio e oportunidade de termos em nossas mãos uma Bíblia para leitura devocional e estudo, devemos isso a homens e mulheres que literalmente deram suas vidas nas lutas pela Reforma e pela propagação das Escrituras ao povo.

    Estudar e ler a Bíblia é alimentar a alma e encontrar direcionamento para vida. É aprofundar a intimidade com Deus e conhecer sua vontade. É ser constantemente orientado, inspirado e nutrido pelo Pai, Filho e Espírito Santo.

    Rev. Rafael Oliveira +

    Reitor do Seminário Teológico

      
  • Brilhar por Jesus

    Certamente você já ouviu que para relacionarmos pacificamente com as pessoas, para vivermos bem devemos usar a técnica do ESS, que significa: “engolir sapo sorrindo!. Será que essa é realmente a mais eficiente técnica, a melhor maneira de se viver? Agir com passividade para estar em consonância com os demais não seria agredir, violar, frustrar e não acarretaria na pessoa passiva um comportamento ansioso e irritadiço por contrariar a si mesmo o tempo todo?

    Por outro lado existe a pessoa assertiva. A assertividade é a capacidade de o sujeito expressar diretamente suas necessidades, posicionamento, preferências e emoções de modo tranquilo, ainda que seu interlocutor não esteja de acordo com aquilo que é dito. O assertivo tem consciência da orientação de Jesus: “seja o teu falar sim, sim; não, não” (Mat 5:37). Ao contrário do sujeito passivo, o assertivo possui um comportamento equilibrado e não deixa passar a oportunidade de posicionar-se. Ele consegue delegar tarefas, desincumbir-se de algumas atribuições que podem ser executadas por outras pessoas para auxiliar aquele que não está desempenhando bem seu papel.

    Mas existe outro tipo de pessoa: a agressiva. No comportamento agressivo o sujeito consegue expressar o que sente, mas, na maioria das vezes, o faz de modo áspero ou irônico, o que frequentemente pode acumular sentimentos de culpa por ter sido indelicado. Uma pessoa agressiva deve desenvolver a sensibilidade de perceber sua falha e reaprender a posicionar-se de modo mais eficaz, menos duro.

    Aqui cabe a pergunta: qual é o seu tipo? Que pessoa você é: passiva, assertiva ou agressiva lembrando que o equilíbrio é sempre a melhor maneira de agir. Em que área você reconhece que precisa desenvolver maior habilidade para que as pessoas vejam Cristo em você e você possa brilhar por Jesus?

    MC Márcia Garcia

      
  • Ele Está Vendo Tudo, Fique Calmo. Não Perca a Cabeça! O Senhor Reina.

    – Salmo 93, 1ª parte

    O jogo transcorria para uma vitória apertada. Jogo difícil, adversário forte e muita expectativa e tensão na maior parte do tempo. O jogador estava fazendo tudo certo. Jogava com vontade, com qualidade e procurava fazer a coisa certa todo o tempo.

    Num determinado momento do jogo, porém, um dos adversários abandona o jogo limpo e pisa em seu tornozelo. Dor terrível, raiva, indignação e vontade de reagir à agressão.

    O juiz que acompanhava atentamente o seu desempenho chega junto e diz com o poder que lhe é próprio: “eu vi que ele te pisou. Eu vi tudo. Fique tranquilo, não perca a cabeça”.

    Que paz e confiança uma afirmação assim pode causar em alguém que está numa séria disputa!

    A vida às vezes é como um jogo de futebol. O jogo é difícil, o adversário pode jogar sujo, combatemos com todas as nossas forças, fazemos a coisa certa, porém somos surpreendidos com lances que nos jogam no chão, causam dores, indignação, raiva e frustração. Jogadas que podem ter o poder de nos tirar a paz e a confiança.

    A nossa reação, de repente, pode ser uma não-reação: o risco de pensarmos em desistir, abandonar o jogo, deixando tudo para trás.

    É numa hora assim, porém, que não podemos esquecer que o juiz, o nosso Deus todo-poderoso, amantíssimo Pai, está vendo o jogo da nossa vida.

    Ele está acompanhando tudo de perto e não permitirá que sejamos provados além de nossas forças. Ele nos dará o escape nas provações e a força para superá-las – I Cor. 10:13.

    O nosso Deus diz que elas são uma breve e momentânea passagem que nos habilitará a todos os jogos e vitórias – II Cor. 4:17.

    Fique calmo! Não perca a cabeça! O nosso Deus e Pai está vendo tudo! Ele está vendo o teu sofrimento e virá em teu socorro.

    Rev. Marcílio Mota

      
  • Direcionados em Oração

    “Respondeu Daniel na presença do rei e disse: O mistério que o rei exige, nem encantadores, nem magos nem astrólogos o podem revelar ao rei; mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios, pois fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser nos últimos dias”. Daniel 2.27-28

    Todos nós já estivemos diante de alguma situação onde não encontramos uma saída lógica e racional para seguir adiante. Ficamos dias, semanas e até meses tentando descobrir uma saída e nada encontramos.

    Daniel estava diante de uma situação assim, algo pelo qual ninguém tinha conhecimento como resolver. Ele, porém, sabia que sua vida estava entregue nas mãos do Senhor e só Ele poderia dar-lhe a direção que precisava.

    Ele colocou seu pequeno grupo de oração para estar diante de Deus clamando pela sabedoria do Senhor para suas necessidades. Esta situação que Daniel viveu nos traz um grande ensino de como devemos buscar a direção de Deus para nossas situações de vida – a resposta nós encontramos em oração.

    O pedido de Nabucodonosor era difícil de responder, pois requeria algo que nenhum dos seus conselheiros tinha a capacidade de descobrir: a interpretação de um sonho que o rei teve. Daniel buscou o conhecimento por meio da oração. Deus o permitiu resolver o problema e, com isso, evitou a sua morte, bem como dos outros conselheiros.

    Devemos buscar ter o mesmo discernimento de Daniel e seus amigos, encontrando em Deus as respostas para as situações de nossa vida. Jesus já nos advertia que tudo que pedíssemos a Deus, em oração e em nome d'Ele, ser-nos-ia concedido.

    Porém, precisamos ter a mesma disposição de Daniel, pois ele tinha como hábito, todos os dias, estar em comunhão com o Senhor em oração. Orar é a capacidade de entrar em comunhão com o Senhor; não só de ser por Ele ouvido, mas, principalmente, ouvi-Lo. Que a oração faça parte integrante de nossos dias, para que nossos passos sejam dados na vontade do Senhor.

    Rev. Fred Souto

      
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